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Nota

Conferência Marketing de Conteúdo

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Palestras organizadas por temas de interesse, com profissionais da elite do mercado.

 

O mercado de comunicação digital hoje, como em outras áreas, é um mercado prostituído, pessoas ruins com forte marketing pessoal e P´s a perder de vista, auto ajuda e a venda poderosa enojando, e claro pensando exclusivamente em Leads, Continue lendo →

Criatividade
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Novos tempos, mentalidades ultrapassadas

O mercado e a interação com a tecnologia mudam em uma velocidade espantosa. E para os negócios manterem a competitividade é preciso sincronia com essas inovações, além de agilidade e flexibilidade para tomar decisões.

Não precisa ser nenhum gênio da comunicação e da TI para identificar o tamanho das mudanças que presenciamos hoje, novas tecnologias invadem nosso dia a dia, a quantidade de informação que despejam em nossas cabeças minuto a minuto é frenética.

Com o tempo você começa a entender como esse sistema funciona, aprende a selecionar o bom do ruim, ganha experiência para antecipar mudanças e filtrar o que pode ser vantajoso ou não, aprende a se adaptar e a ouvir, estes elementos e a sua combinação serão os divisores de águas entre o fracasso e o sucesso.

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Sua empresa incomoda ou gera valor nas redes sociais?

Marcar presença na internet requer qualidade, agilidade e eficiência nas interações junto aos clientes. Não basta ter milhares de seguidores e uma marca forte: é preciso atender com excelência.

Com o boom das redes sociais, é muito comum – até mesmo banal – os gestores pedirem a inserção das suas empresas nelas.

É uma tendência, afinal.

Mas, há umas questões básicas:

Seu público está nas redes sociais?
Seu operacional está preparado para a demanda?
Você terá alguém para acompanhar, analisar, interagir imediatamente e dar respostas adequadas às solicitações e/ou interações?
Se o cliente responde sim para todas as questões: ótimo pode-se implantar. Essa é uma preocupação para clientes de pequeno e médio porte, pois empresas de grande porte já têm melhores estruturas para isso.

Ou melhor, deveriam ter…

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Muito achismo e pouca certeza na análise de projetos

Avaliar a qualidade de um trabalho vai muito além do simples “gostei ou não gostei”. É preciso embasamento e consistência.

Quando um profissional da comunicação é solicitado para planejar e executar um projeto, entende-se que ele possui conhecimento e capacidade necessários para realizá-lo, caso contrário, o próprio solicitante o faria.

Esses requisitos e posturas também valem para consultorias e jobs em parceria com outras empresas.

Todo profissional deve ter um senso apurado para o atendimento eficiente aos clientes, visando sempre alcançar o máximo de resultado segundo as necessidades apresentadas e o próprio know how para desenvolver soluções adequadas.

Ou seja, trabalhar sob a ótica do “gostei / não gostei” mostra falta de capacidade.

Assim temos algumas atividades a serem realizadas para nos dar recursos para criar com excelência:

 

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O brasileiro e a pirataria: uma questão de consciência

Todo trabalho tem valor e os profissionais têm o direito de receber pelo esforço, ideias e tempo empreendido. Então, por que essa postura não é aplicada?

O que mais se comenta no meio digital é o fechamento de sites de download e os protestos pelo mundo.

Grupo de hackers invadindo sites de governos, bancos e instituições de renome, deixando claro sua indignação com o fechamento destes gigantes da pirataria.

Ao observar estes movimentos e ler alguns comentários, percebe-se duas coisas completamente diferentes:

Existe interesse político nesta guerra.
Grande parte dos que apoiam os movimentos contrários ao fechamento, misturam a realidade – ou por interesse ou por ignorância.
Vamos falar sobre o segundo item.

 

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Use com moderação os divãs das redes sociais

Para muitas pessoas, as redes sociais são um local de desabafo, onde se fala o que vem à cabeça. Válvulas de escape do mundo moderno. Não seja assim.

Quem nunca desabafou em uma rede social que envie o primeiro scrap, tuíte, comentário…

Lá muitas vezes os bons costumes e a ética são deixados de lado. Nossa geração vive uma crise de super sentimentalismo e dificuldades nas relações interpessoais. E os meios digitais não deveriam ser os primeiros lugares onde descarregamos nossos sentimentos.

Mas são.

Hoje, gratuitamente, misturamos ofensas e desabafos com uma pitada de indiretas, ironias, sarcasmos, entre outros. É uma forma de nos vermos livres daquele nó que está atravessado na garganta.

Na verdade é um delicia quando isso acontece nos sentimos mais leves e libertos, mas aí que mora o perigo!

 

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Para orientar o cliente diante das redes sociais

Seu cliente deseja incluir Twitter e Facebook no planejamento digital e você sente que ele não tem recursos para executar as tarefas que irão surgir da decisão. E agora? Faça três perguntas.

Com o “bum” das redes sociais como Orkut, Facebook, Twitter e outras dezenas, o foco da mídia passou a ser o relacionamento na web 2.0. E, correndo por fora, os leigos no assunto que querem estar na moda.

Sempre que visito um cliente para o briefing e planejamento digital, de cara ele diz: “Quero Twitter e Facebook…” (esqueceram o Orkut). Nesta hora vem a principal duvida: ele precisa realmente disso?

Se você sem pensar responde não, pode estar cometendo um grande erro. Quem deve responder sempre é o cliente. Ok, tudo bem, o cliente nem sempre sabe definir o que quer, mas a solução é simples.

Ele irá produzir conteúdo frequente e relevante?

 

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